viernes, noviembre 25, 2005

23/11

Fui com o beibe, na sessão das 23h30, chegamos atrasados e vimos os curtas de um lugar bem desconfortável, e o longa, sentandos no chão.

Vamos aos filmes:
Ãgtux, de Tânia Anaya, 24min, MG/DF
Documentário sobre uma tribo indígena de 1.200 no interior de Minas Gerais, todo na língua dos índios, conta das tradições de caça da tribo.
Muito chato, mais parecia que tínhamos ido ver Discovery Channel na telona.

À Espera da Morte, de André Luís da Cunha, 16min - DF
Um submarino russo perde o gerador de energia e toda a tripulação está com dias contados.
Comédia. Gostei, engraçadinho abusando mais de artifícios pra fazer rir do que bom humor de verdade. Dizem que ele foi vaiado, eu nem percebi, tenho por mim que foi por causa do apelo sexual do filme. Eu também não gosto de comédia que abusam da homossexualidade pra fazer rir, mas realmente não pareceu alguma ofensa, nesse caso.

Incuráveis, de Gustavo Acioli, 82min - RJ
Uma prostituta é contratada por um homem para passar a noite com ele num quarto de bordel. Onde acontece de tudo.
O beibe já não gostou no começo e párou logo de ver. Eu gostei, o roteiro é interessante e a sede de amor da protituta chega ser bonita e real. Peca, e muito, pela repetição de falas. Enjoa e a gente quase decora o texto junto.

24/11

Fui com Marina e Kris, chegamos cedo, bebemos vinho e falamos sobre namorados. É impressionante quando junta 3 mulheres que realmente gostam dos seus parceiros, o papo tem destino certo. Duvido que se na mesa estivesse 3 homens o papo se restrigiria apenas às namoradas.

Fato curioso: Estávamos lá, nós 3 falando mal do primeiro curta, durante o intervalinho, um cara mal amado olha pra trás e diz "por que vocês não vão ao pier agora?".
Engraçado isso, um bando de gente metida a cult CRENDO que está entendendo tudo. Quando acabou o segundo curta, alguém gritou "Muito ruim" e eu emendei com as meninas pro cidadão em frente também ouvir "Finalmente pessoas sinceras aqui também".

Vamos aos filmes:
De Glauber Para Jirges, de André Ristum, 18min - SP
Carta do cinesta Glauber para Jirges.
Perdoa-me a minha ignorância. Mas eu não tenho a mínima idéia de quem foi Jirges. Um amontado de cenas que não ligam ao texto que acaba se tornando mais cansativo do que interessante. Prendeu minha atenção por 2 minutos. No máximo.

A Lente e a Janela, de Marcius Barbieri, 12min - DF
Uma menina ganha uma câmera de presente de Natal e através de suas filmagens entende o que é diferença social.
A idéia do roteiro não foi ruim, é uma realidade brasiliense, e pior, brasileira. Mesmo assim perdeu o profissionalismo foi embora justamente pela noção de "uma câmera na mão e uma idéia na cabeça" que o filme demonstrou. Não acredito que os melhores filmes exigem muita técnica e os melhores recursos, mas acredito que o cinema está aí pra nos encantar, e não nos dar a sensação que sua sobrinha pode concorrer à um festival.

À Margem do Concreto, de Evaldo Mocarzel, 85min - SP
Documentário sobre as ocupações de prédios abandonados na cidade de São Paulo.
Filme bonito, é bonito demais ver o idealismo de pessoas com aquelas, a luta pelo sonhos e a aposta em utopias. Mostrou o oposto do que a mída mostra, toda a organização que existe no movimento, os mutirões para contrução, o descaso do governo e quais as burocracias que passam. As cenas de violências foram concedidas pelo batalhão de choque e me peguei pensando várias vezes em "Carandiru" durante as tais. E ainda sobrou um tempinho pra falar mal justamente da mídia monopolizada que temos hoje. O filme foi aplaudido por várias vezes, quando comentou, por exemplo, do governo FHC, da burocracia da justiça e do direito de moradia escrito na constituição.

kitt at 17:18

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lunes, noviembre 21, 2005

festival de cinema de brasília

Não precisa de muito esforço pra perceberem que eu adoro cinema. Amo a telona, mas nada me impede de ver um dvd agarradinho ao meu beibe. Amo, amo, também.
Começa amanhã o 38º festival e eu estou animadíssima, já que coincidiu de eu estar em Brasília e eu não sou mais uma vestibulanda, quero ver todos os filmes possível. Segue a programação da mostra competitiva e pretendo fazer um diário pra falar dos filmes que eu assistir.

Programação Mostra Competitiva 35mm
[apresentados no Cine Brasília, às 20h e às 23h30
e tem repeteco no CCBB sempre no dia seguinte, às 18h e 21h30]

22 de novembro
Abertura. 20h30, Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Claudio Santoro, para convidados
Abertura do Festival com exibição hors-concours do filme Oscar Niemeyer, A Vida é um Sopro, de Fabiano Maciel e apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, sob a regência do maestro Silvio Barbato.

23 de novembro
Ãgtux, de Tânia Anaya, 24min, MG/DF
À Espera da Morte, de André Luís da Cunha, 16min - DF
Incuráveis, de Gustavo Acioli, 82min - RJ

24 de novembro
De Glauber Para Jirges, de André Ristum, 18min - SP
A Lente e a Janela, de Marcius Barbieri, 12min - DF
À Margem do Concreto, de Evaldo Mocarzel, 85min - SP

25 de novembro
Rap, O Canto da Ceilândia, de Adirley Queiroz, 15min - DF
Quem Você Mais Deseja, de André Sturm e Sílvia Rocha Campos, 13min - SP
Depois Daquele Baile, de Roberto Bomtempo, 108min - RJ

26 de novembro
O Meio do Mundo, de Marcus Vilar, 11min - PB
Rapsódia Para Um Homem Comum, de Camilo Cavalcante, 25min - PE
O Veneno da Madrugada, de Ruy Guerra, 118min - RJ

27 de novembro
O Som da Luz do Trovão, de Petrônio Lorena e Tiago Zcorza, 20min - RJ
O Caderno Rosa de Lori Lamby, de Sung Sfai, 19min - SP
A Concepção, de José Eduardo Belmonte, 96min - DF

28 de novembro
Dormente, de Joel Pizzini, 15min - SP
Vermelho Rubro do Céu da Boca, de Sofia Federico, 18min - BA
Eu Me Lembro, de Edgard Navarro, 108min - BA

29 de novembro
20h, Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Claudio Santoro, para convidados
Solenidade de premiação, com a exibição hors-concours do filme O Profeta das Águas, de Leopoldo Nunes e entrega dos troféus e prêmios.

kitt at 13:32

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miércoles, noviembre 16, 2005

big nota de feriado

De fim de semana eu nem falo nada. Eu odeio passar fds em casa e confesso que só faço isso porque meu namorido morando longe, minha saudade é tanta que eu nem me importo de ficar com ele no msn. E pra piorar meu tédio meu cunhadinho está aqui em casa desde sábado a tarde e eu de vela gigantesca dentro de casa. Uma beleza! Aí segunda, eu fui trabalhar pra não me sentir pior do que estava, meu amigo Érico me liga dizendo que tava afim de vir pra Goiânia - ele a namorada e dois amigos - mas que não estava achando hotel, se eu me importaria deles ficarem aqui. Achei lindo.
Chegaram mais ou menos às 22h da segunda e transformaram meu feriado, pra quem tinha planejado ficar em casa comendo feito uma porca velha e vendo tv, eu já tinha 4 visitas dentro de casa. Teve esfirra, e com muita insistência deles e a autorização do namorado, teve balada. Uma sucursal do inferno chamada "It's" lotada. Tinha muito gay, mulher bonita e bebida de graça. E muito velho tarado tb. Eca Dancei tanto até meus pés doerem muito e vim pra casa sozinha, dirigindo de madrugada pelas ruas de Goiânia City.
No feriado propriamente dito acordamos todos às 10h, Ryan e Henrique dormiram de conchinha. Coisa meiga. Teve café da manhã e 2ª rodada de sono. E teve DVD. E fui pra cozinha e fiz um prato com-pli-ca-dís-si-mo: macarronada. E ainda teve muita risada e bate papo no nosso "almoço". E ainda teve um filme no cinema pra fechar com chave de ouro. E eles foram embora. Deixaram saudades. Nem tanto. E também deixaram 3 travesseiros, 1 RG e uma bolsa de produtos masculinos.
E eu amei tudo isso. E fiquei tão feliz que nem vi o feriado passar, e amanhã, aaah, amanhã estou nos braços do meu babe. Ai que saudade**

kitt at 22:00

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jueves, noviembre 10, 2005

sobre impressões alheias

Eu acho a vizinha ali do 901 uma pessoa estranha. A "fortinha" anda de camisola pra cima e pra baixo, com uma podlle cor de chubo, com lacinhos rosa-chamativo nas orelhas. Mas nem passou pela minha cabeça o que pode ser que essa pessoa faça da vida.
Eu gosto de morar em apartamento pela suposta segurança. Eu moro no 9º andar e acho que ladrão nenhum vai escalar tudo isso pra levar meus babys-dolls embora - afinal ainda não se tem muuuita coisa nessa casa ainda. Difícil é perder total a privacidade, por exemplo, o vizinho do andar de cima peida altíííssimo, e isso não é brincadeira. No começo eu achava que era arroto, mas com certeza é peido mesmo. Além dessa divisão de paredes cada vez mais "finas" tenho suportar os porteiros que trabalham aqui. São 4 e não mepergunte o nome de todos que eu só guardei o do simpático.
Vamos ao motivo curioso do post, agora. O fato é que meu trabalho é bem flexível e eu trabalho em casa em boa parte do tempo, e minha função principal é visitar livrarias e lojas de discos. Então, me organizo de forma que consiga fazer coisas de escritório durante a manhã e a tarde visito as lojas. Alguns dias da semana eu saio a noite, vou jantar com uma amiga, vou dar uma voltinha no shopping... Acontece que tem um porteiro que é um poço de curiosidade pelo o que faço. Vez ou outra ele aparece com a pergunta "Você trabalha com confecção?" ou então, "Você trabalha com farmácia?".
Conversando com uma amiga, estava tão intrigada porque raios ele queria saber o que eu faço da vida. E analisando friamente, ele deve achar que eu sou puta! Só pode!
Na cabeça dele deve ser assim "ela dorme até tarde, sai a tarde toda cheirosinha e bem arrumada, às vezes volta tarde da noite, não tem emprego fixo, só pode ser puta!". Agora eu me divirto quando ele vem com aquelas perguntas e eu respondo monossibicamente "não". Parece que a curiosidade do dito atiça mais ainda! Minha amiga disse pra eu reposnder uma coisa absurda pra ficar parecendo desculpa esfarrapada "Sou analista de ovnis marcianos que só aparece a tarde no céu, na direção norte!". Enquanto isso eu só me divertindo pra fazer o stress passar logo!

kitt at 18:13

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martes, noviembre 01, 2005

primeiro qualquer coisa a gente nunca esquece

páááááááá na bunda do meu carro velho novinho, que eu acabei de "ganhar"...

nunca vou esquecer da cara daquela lambisgóia gritando comigo, nunca vou esquecer do quanto eu tremia, nunca vou esquecer de como o cara era muito mais simpático, de como eu tava certa, de como eu fiquei com medo, do meu choro quando vi o preço do conserto e do meu alívio quando consegui negociar direitinho...

primeira batida a gente também nunca esquece

kitt at 14:58

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